Projeto: [controlo e minimização de prejuízos da espécie invasora Vespa velutina nigrithorax (Vespa velutina) na produção apícola]

Entidade líder:   DOLMEN - DESENVOLVIMENTO LOCAL E REGIONAL, CRL

Parceiros:  

ADER-SOUSA – Associação de Desenvolvimento Rural das Terras do Sousa • Alípio da Fonseca • APFMP - Associação de Produtores Florestais de Montemuro e Paiva • APIMARÃO - Associação de Apicultores da Serra do Marão • Avelino Luís Coelho da Mota Ribeiro • Joaquim Madureira • Marão Mel - Apicultura, Lda • Mirtilândia - Sociedade Agrícola, Lda • UTAD, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro


Cofinanciado por:                                                               




ESTAMOS EM:           



SABIA QUE EXISTE UM FÓRUM PARA DEBATER A VESPA VELUTINA?

O Grupo Operacional [controlo e minimização de prejuízos da espécie invasora Vespa velutina nigrithorax (Vespa velutina) na produção apícola] tem implementado um Fórum de debate sobre a Vespa velutina, acessível em www.go-vespa.pt.
Gostaria de ver debatido algum tema concreto sobre a vespa? Tem dúvidas sobre estratégias eficazes contra a ação negativa da vespa velutina?
É apicultor? O seu apiário é atacado pela Vespa velutina? Utiliza armadilhas? Que iscos dão melhores resultados? E as arpas?
É agricultor? Os seus pomares são prejudicados com este inseto invasivo? Não tendo abelhas, acha que este tema não lhe diz respeito?
Tem espaços verdes? Não tendo colmeias/cortiços, tem sentido armadilhar o seu terreno para ajudar no controlo da Vespa velutina?
No 'fórum Vespa velutina' encontra um espaço de partilha de conhecimento acerca deste tema.
Apresente as suas questões, participe!
(15.jan.2021)



REPORTAGEM ESPECIAL “AS VESPAS ASSASSINAS”

Nove anos depois de ter chegado a Portugal, a vespa asiática conquistou terreno e já se espalhou entre o Minho e a Região de Lisboa.
Este inseto predador de abelhas está a prejudicar a apicultura e é um risco para a saúde pública pela forma agressiva como reage às ameaças do ninho.
O professor José Aranha, investigador da UTAD e parceiro do GO vespa, reforçou a importância do equipamento desenvolvido, que através de um sensor colocado no dorso da vespa, permite monitorizar, através de um radar, a deslocação da espécie e a localização dos seus ninhos.
“As Vespas Assassinas” é a Reportagem Especial que nos dá a conhecer a luta inglória contra esta praga. Veja aqui: SIC Notícias
(15.out.2020)



“DÍODO NA VESPA”

Deu-se início à atividade “díodo na vespa” e, até meados do mês de novembro, mais de uma centena de díodos serão colocados no dorso das vespas para que, posteriormente, se possa conhecer as rotas das mesmas.
No fim do mês de outubro, os investigadores da UTAD, parceiros do projeto GO vespa, irão deslocar-se ao terreno, com o equipamento idealizado pelos mesmos, que funciona com sensores e radares que monitorizam a deslocação da espécie invasora, podendo o radar alcançar o sinal do díodo até 27km.
Monitorizar as vespas para localizar os ninhos e traçar as suas rotas torna-se um fator facilitador no controlo do inseto predador e na sua evolução.
(09.out.2020)



MARCAÇÃO DE VESPAS COM VERNIZ COLORIDO

No passado mês, os parceiros do Grupo Operacional, reuniram-se nos diversos apiários capturando um número significativo de vespas vivas, marcando-as com vernizes coloridos, uma cor diferente para cada apiário, tendo como objetivo observar o comportamento das mesmas.
A observação feita periodicamente, com registo de datas e cores, demonstrou que as vespas, após serem libertadas, rapidamente voltam à atividade de predação. Comprovou que a maioria visita recorrentemente o mesmo apiário e só pontualmente passa a outro.
Apenas se registou uma vespa com cor diferente em cada apiário, sendo que no local onde foram pintadas, foram observadas várias vezes e várias ao mesmo tempo.
Confirmou-se ainda que, na primeira semana, o regresso das vespas era frequente, mas foram diminuindo ao longo da segunda semana, sendo que, na terceira semana já não foi avistada nenhuma vespa pintada.
(01.out.2020)



TRANSUMÂNCIA, UMA FORMA DE CONTORNAR A VESPA

O Grupo Operacional testou diversos tipos de armadilhas e iscos. Após a fase de captura de fundadoras, espera-se, neste período estival, um ataque significativo aos apiários.
Das diversas formas de combate nesta fase, destaca-se o recurso a ações de transumância de colmeias para áreas de montanha essencialmente ocupadas por espécies arbustivas, matos diversos, podendo-se reduzir o acesso da Vespa velutina às colmeias e minimizar os prejuízos a nível da manutenção dos apiários e da produção apícola.
Sendo uma espécie exótica com comportamento invasor, a redução das características ambientais e ecológicas que lhe são favoráveis levará a uma perda de condições de sobrevivência e de expansão e ao autocontrolo do seu avanço territorial.
É apicultor? Tem Vespa velutina? Procure um local menos propenso ao desenvolvimento da praga e transfira temporariamente as suas colmeias para lá. Sendo naturalmente de maior altitude, terá uma vegetação mais jovem, com floração e pode ainda potenciar a produção de mel!
(10.jul.2020)



SEMINÁRIO VESPA VELUTINA EM RESENDE: mitigação dos impactos

O parceiro Associação de Produtores Florestais de Montemuro e Paiva do Grupo Operacional «Controlo e minimização de prejuízos da espécie invasora Vespa velutina nigrithorax (Vespa velutina) na produção apícola», promove em Resende, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Resende, quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020, pelas 09h30 um seminário subordinado a esta temática.
Este projeto tem como objetivos contribuir para o aumento de produtividade dos pomares, para a sustentabilidade económica da atividade apícola e para a reposição do ecossistema ambiental, devendo ser implementado entre 2018 e 2021, sendo liderado pela Dolmen em parceria com a Universidade de Trás os Montes e Alto Douro, a Associação de Apicultores da Serra do Marão, a Ader-Sousa, a Associação de Produtores Florestais de Montemuro e Paiva e empresas/empresários que se dedicam à apicultura no território Douro, Tâmega e Sousa.
Este seminário visa, com base em boas práticas e experiência do Grupo Operacional, sensibilizar a comunidade apícola para a necessidade de prevenir os ataques massivos da espécie invasora, nomeadamente através da captura das vespas fundadoras, cada uma com potencial para gerar uma colónia com 1.500 indivíduos. O enfoque estará nas armadilhas e iscos, incluindo soluções artesanais, de fabrico caseiro.
A participação é livre (inscrição obrigatória) e é da maior importância para os apicultores e outros interessados nesta temática.
Consulte aqui o programa, inscreva-se e participe!
Acompanhe este Grupo Operacional em www.go-vespa.pt e em www.facebook.com/govespavelutina!


Programa:





Organização:

Associação de Produtores Florestais de Montemuro e Paiva (APFMP)

Rua Luís de Camões – Ed. Complexo Desportivo Porta 1C, 3600-100 CASTRO DAIRE
Telf: 232 388 146 ou 961 468 881
E-mail: apicultura.apfmp@gmail.com

A APFMP conta com a colaboração da Dolmen e restantes parceiros do Grupo Operacional.
   Parceiros:
            


Localização:


Salão Nobre do Edifício dos Paços do Concelho de Resende

Câmara Municipal de Resende

Av. Rebelo Moniz, 4660-212 Resende
Telf: 254 877 153 ou 254 877 653

Coordenadas GPS: 41.106014, -7.965056


Inscrição:



A inscrição é efetuada através de um formulário google (clique em [Inscrição]). Se preferir, pode remeter-nos um e-mail para eventos.dolmen@gmail.com indicando a entidade, nome, nº de telefone e concelho de residência (dados a fornecer por cada participante).


Tempo previsto para o dia e localidade do evento (verifique em data próxima do evento):

 


Cofinanciado por:

         


(12.fev.2020, atualizado a 19.fev.2020)



SEMINÁRIO VESPA VELUTINA: mitigação dos impactos

A Dolmen, no âmbito do Grupo Operacional «Controlo e minimização de prejuízos da espécie invasora Vespa velutina nigrithorax (Vespa velutina) na produção apícola», promove em Baião, no Auditório Municipal, no próximo sábado, 08 de fevereiro de 2020, pelas 09h30 um seminário subordinado a esta temática.
Este projeto tem como objetivos contribuir para o aumento de produtividade dos pomares, para a sustentabilidade económica da atividade apícola e para a reposição do ecossistema ambiental, devendo ser implementado entre 2018 e 2021, sendo liderado pela Dolmen em parceria com a Universidade de Trás os Montes e Alto Douro, a Associação de Apicultores da Serra do Marão, a Ader-Sousa, a Associação de Produtores Florestais de Montemuro e Paiva e empresas/empresários que se dedicam à apicultura no território Douro, Tâmega e Sousa.
Este seminário visa, com base em boas práticas e experiência do Grupo Operacional, sensibilizar a comunidade apícola para a necessidade de prevenir os ataques massivos da espécie invasora, nomeadamente através da captura das vespas fundadoras, cada uma com potencial para gerar uma colónia com 1.500 indivíduos. O enfoque estará nas armadilhas e iscos, incluindo soluções artesanais, de fabrico caseiro.
A participação é livre (inscrição obrigatória) e é da maior importância para os apicultores e outros interessados nesta temática.
Consulte o programa, inscreva-se e participe! Acompanhe este Grupo Operacional em www.go-vespa.pt!

Programa:


 

Tempo previsto para o dia e localidade do evento:

 

Inscrição:



 A inscrição é efetuada através de um formulário google (clique no botão [Inscrição]). Se preferir, pode remeter-nos um e-mail para eventos.dolmen@gmail.com indicando a entidade, nome, nº de telefone e concelho de residência (dados a fornecer por cada participante).

(03.fev.2020)


FICHA TÉCNICA DO PROJETO



Projeto: Controlo e minimização de prejuízos da espécie invasora Vespa velutina nigrithorax (Vespa velutina) na produção apícola

Entidade líder: DOLMEN - DESENVOLVIMENTO LOCAL E REGIONAL, CRL

Responsável pelo projeto: Elsa Pinheiro (dolmen@sapo.pt)

Área do plano de ação: Apicultura

Prioridade do FEADER: P4) Restaurar, preservar e melhorar os ecossistemas ligados à agricultura e à silvicultura

Parceiros:

ADER-SOUSA – Associação de Desenvolvimento Rural das Terras do Sousa • Alípio da Fonseca • APFMP - Associação de Produtores Florestais de Montemuro e Paiva • APIMARÃO - Associação de Apicultores da Serra do Marão • Avelino Luís Coelho da Mota Ribeiro • Joaquim Madureira • Marão Mel - Apicultura, Lda • Mirtilândia - Sociedade Agrícola, Lda • UTAD, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

         


Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar:

Vespa velutina (Vespa velutina nigrithorax) é uma espécie carnívora e predadora da abelha europeia (Apis Mellifera), encontrando-se já amplamente disseminada pelo País, com consequências que se manifestam no efetivo apícola, na produção de mel, na produção apícola de derivados e também com possíveis consequências na saúde pública, uma vez que, sentindo-se ameaçadas, reagem de modo bastante agressivo.
Confirmada a introdução involuntária da Vespa velutina em Portugal em 2011 e visto tratar-se de uma espécie invasora carnívora, a sua ação predadora sobre a abelha europeia, associada à da vespa crabro, veio destabilizar o ecossistema que está na base da produção de mel e produtos apícolas, através da diminuição do efetivo apícola e consequente redução da produção e qualidade do produto final, com consequências previsivelmente mais gravosas a médio e longo prazo, já que a destruição do ecossistema é gradual caso não sejam tomadas medidas que intervencionem na proliferação da espécie invasora.
Através do recurso a ações de transumância de colmeias para áreas de montanha essencialmente ocupadas por espécies arbustivas, matos diversos, poder-se-á reduzir o acesso da Vespa velutina às colmeias e minimizar os prejuízos a nível da manutenção dos apiários e da produção apícola.
Sendo uma espécie exótica com comportamento invasor, a redução das características ambientais e ecológicas que lhe são favoráveis levará a uma perda de condições de sobrevivência e de expansão e ao autocontrolo do seu avanço territorial.


Objetivos visados:

O objetivo central da presente iniciativa é a reposição do ecossistema anterior à introdução involuntária da Vespa velutina, que coloca em causa a produção de mel e produtos apícolas, com recurso a novas técnicas a desenvolver em contexto de investigação científica e académica.
Pretende-se também assegurar a sustentabilidade económica da atividade para os atuais apicultores e recuperar o interesse da atividade por novos apicultores, potenciando a tão necessária criação de postos de trabalho, nomeadamente entre os jovens, no meio rural e em especial em zonas de montanha, com todas as vantagens em que tal se traduz.
Continuar a garantir a produtividade dos pomares e o ecossistema vegetal, tão dependentes das nossas benéficas abelhas, é também um objetivo nobre deste projeto-piloto.
Colaborar com as entidades oficiais, em especial na identificação e acompanhamento da destruição dos ninhos.
Desenvolver uma metodologia de captura, viva e sem danos físicos, de exemplares de Vespa velutina, colocação de um microchip e monitorização do movimento da vespa desde o local de captura até a colónia (ninho). O microchip a colocar nas vespas terá um transponder que imitirá um sinal de rádio que será captado por um radar portátil devidamente programado para reconhecer o sinal. O monitor do radar permitirá seguir o voo das vespas e identificar a rota seguida desde as colmeias até ao ninho. Paralelamente, o voo será seguido por um Veículo Aéreo Não Tripulado (Drone) equipado com uma câmara fotográfica/vídeo, um localizador do sinal do transponder e um emissor de posição.
Por fim, desenvolver uma metodologia de identificação de locais com baixa probabilidade de ocorrência da vespa e, por esse motivo, adequados à instalação de apiários.


Sumário do plano de ação:

Pretende resolver-se o problema, a nível da manutenção dos apiários e da produção apícola, colocado com a introdução em Portugal da espécie exótica Vespa velutina (Vespa velutina nigrithorax), também conhecida por Vespa Asiática, nativa do continente asiático, considerada invasora em território europeu.


Investimento do projeto:

Valor total elegível: 371.059,00€    Comparticipação total: 278.294,35€

Investimento da Dolmen:

Valor elegível: 173.463,86€            Comparticipação: 130.097,90€


Cofinanciado por: